SOCIEDADES NECESSÁRIAS E CONTINGENTES


SOCIEDADES NECESSÁRIAS 
São aquelas em que os homens não podem renunciar, prescindir, viver sem ter passado por ela. São elas as sociedades familiar, a religiosa e a política.  A primeira sociedade necessária é a família, é natural, porque o homem quando nasce já está vinculado aos seus ascendentes. Morgan (apud Engels, 1997) afirma que “a família é o elemento ativo, nunca permanece menos estacionária, mas passa de uma forma inferior para uma forma superior, à medida que a sociedade evolui de um grau mais baixo para um grau mais elevado”. À medida que a sociedade se organizava, houve a divisão do trabalho na família: o homem cuidava da alimentação e os instrumentos que precisava para obtê-la e a mulher cuidava dos afazeres domésticos e dos filhos.  Com o aumento da propriedade privada o homem passa a ocupar uma posição mais importante na família. Assim há uma revolução dentro da instituição família e o direito paterno é estabelecido, assim como o casamento monogâmico.
A segunda sociedade necessária é a sociedade religiosa, porque além do social, o homem necessita do metafísico e espiritual. É constituído basicamente de matéria e espírito, a sociedade religiosa ajuda a aperfeiçoar essa parte.
            A terceira sociedade é a política, que pode ser considerada a mais importante, porque garante e dá condições de existência às outras sociedades. Não é apenas um conjunto de partes isoladas, mas um ente criado pelos componentes que representará a vontade da maioria, da sociedade. Essa sociedade tem um pacto social constituído pela vontade de seus membros. Para Rousseau, as cláusulas desse contrato se reduzem à uma só, com todos os direitos e a toda comunidade será o instrumento que a sociedade batizou de Estado.


SOCIEDADES CONTIGENTES 

São aquelas que podem deixar de existir, ou seja, aquelas que podem ser dispensadas pelo homem. São marcadas notadamente pela vontade objetiva de aglutinarem-se para um fim particular em especifico as sociedades contingentes normalmente tem existência determinada. São, em última análise, sociedades circunstanciais, que podem deixar de existir.

Referências Bibliográficas:
http://escola-de-direito.blogspot.com.br/2012/01/o-que-e-sociedade.html
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