EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ECONÔMICO


   
               Fazendo alusões às aulas anteriores, sabemos que a economia é cíclica e encontra-se em constate evolução devido à criação de necessidades e bens econômicos; tudo resultado da união de pessoas, fusão esta que acarreta em conflitos vários. Temos que pontuar que os Impérios não contribuíram, efetivamente, para a economia e que a moeda, àquela época, não tinha a característica atual. Na Antiguidade, o estudo econômico não se assentava em premissas cientificas (Platão, Aristóteles).
                Antes da civilização grega antiga, nenhum material relevante sobre economia foi elaborado. Contudo, na Grécia Antiga, as primeiras referências conhecidas acerca da economia aparecem nos trabalhos de Aristóteles (384 a. C.). Lembrando que foi ele o criador do temo oikosnomos. Há resquícios deste conhecimento também nos escritos de Platão (427 a. C.) e Xenofonte (440 a. C.).

                O Império Romano não deixou nenhum escrito notável na esfera econômica. O trabalho de maior destaque surgiu logo após esse período. Concluída a queda de Roma, se instalou o período conhecido como Idade Média ou Era Medieval, houve uma fase de vida econômica pobre, porém não estagnado, pois:
a.     O comércio desempenhava papel secundário, mas nunca deixou de existir.
b.     O artesanato urbano produzia os bens para o consumo local (feudo)
c.     A moeda era pouco utilizada, sendo vista como instrumento de reserva de valor e não de troca.

Vale lembrar que, com o fim do império romano, houve a apropriação dos meios de produção e dos fatores de produção. Cada feudo tinha a sua moeda, considerada apenas reserva de valor, cuja quantidade era desconhecida. A delimitação de preços, questões como o que e de que modo produzir eram decididas pelo senhor feudal.
        Nesta época, a Igreja muito influenciava na Economia através da Ética, controlando translações e criando influência de regulamentação das corporações; preços, salários, quantidades produzidas e especificações de mercadoria eram itens definidos pela Igreja. Desta forma, essa Instituição, fazendo uso de instrumentos éticos, morais e justos, garantia:
1.     O mínimo de ganhos para os produtores;
2.     Defendia o interesse dos consumidores.

Enfim, a Igreja dominava o sistema compilando regras morais e éticas dos livros bíblicos que não são objeto de estudo econômico. Aquele tempo acreditava-se que apenas a natureza mais o trabalho geravam riqueza. O juro era considerado extorsão. Foi criada a Lei da Usura.
A escola surgida neste período intitulou-se escolástica.

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