ECONOMIA POLÍTICA: INTRODUÇÃO



Alguns fatores elevaram a economia a status de ciência social, entre eles estão:
a)      Posse territorial;
b)      Servidão;
c)       Tributação;
d)      Organização de possessores;
e)      Exploração pré-capitalista das fazendas;
f)       Concessão de Mercadorias;
g)      Comércio Inter-regional;
h)      Guildas, associação de artesãos – sindicatos;
i)        Moedas;
j)        Bancos e sistemas.


Num conceito cunhado na Grécia Antiga, a economia é a ciência do abastecimento que trata da arte da aquisição. Há também quem a rotule como ramo do conhecimento para a melhor administração do Estado com vistas ao seu fortalecimento. Outros como ciência da produção, distribuição e consumo das coisas e serviços úteis ou estudo da escassez e dos problemas dela decorrentes. Outrossim, como a militância entre nossos desejos ilimitados e os escassos recursos da natureza. Na verdade são estes conceitos domésticos, no campo cientifico temos que economia é a ciência social que estuda como o individuo e a sociedade decidem escolher e empregar recursos produtivos, escassos, na produção de bens e serviços úteis afim de satisfazer as necessidades humanas de maneira direta ou indireta.
Essa definição contém vários conceitos importantes, que são a base e o objeto do estudo da Ciência Econômica:
·         escolha;
·         escassez;
·         necessidades;
·         recursos;
·         produção;
         distribuição.
Em qualquer sociedade, os recursos produtivos ou fatores de produção (mão-de-obra, terra, matérias-primas, dentre outros) são limitados. Por outro lado, as necessidades humanas são ilimitadas e sempre se renovam, por força do próprio crescimento populacional e do contínuo desejo de elevação do padrão de vida. Independentemente do grau de desenvolvimento do país, nenhum deles dispõe de todos os recursos necessários para satisfazer todas as necessidades da coletividade. Tem-se então um problema de escassez: recursos limitados contrapondo-se a necessidades humanas ilimitadas.
Em função da escassez de recursos, toda sociedade tem de escolher entre alternativas de produção e de distribuição dos resultados da atividade produtiva entre os vários grupos da sociedade. Essa é a questão central do estudo da Economia: como alocar recursos produtivos limitados para satisfazer todas as necessidades da população.
Evidentemente, se os recursos não fossem limitados, ou seja, se não existisse escassez, não seria necessário estudar questões como inflação, desemprego, crescimento, déficit público, vulnerabilidade externa e outras. Mas a realidade não é assim, e a sociedade tem de tomar decisões sobre a melhor utilização de seus recursos, de forma a atender ao máximo das necessidades humanas.


Divisões do Estudo Econômico

É dividido em Produção, ou seja, o meio de se obter as coisas e serviços úteis; Distribuição, isto é, a partilha do resultado da produção, sendo distinta da circulação; Remuneração, que engloba os fatores de produção, a parte que cabe a cada um que participou do processo de produção,  os bens necessários à realização de um dado produto final. São os elementos que tornam possível a existência de produção que se subdividem em terra cuja representação se dá pelos aluguéis, a exemplo do leasing; capital, cuja representação se dá pelos juros, a exemplo das aplicações; trabalho, cuja representação se dá pelos salários, a exemplo dos soldos;  tecnologia, cuja representação se dá pelos royalties, a exemplo das patentes; e a capacidade empresarial, cuja representação se dá pela eficiência, a exemplo do lucro; Circulação; Consumo, o objeto final da economia; o Equilíbrio e a Expansão.

Referências Bibliográficas
http://www.infopedia.pt/$factores-de-producao
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