O que foi a revolução Keynesiana?


A Revolução Keynesiana



John Maynard Keynes publicou o famoso estudo intitulado Teoria Geral do Emprego, dos Juros e da Moeda.
À época, a economia mundial atravessava uma crise sem precedentes, denominada A Grande Depressão. Assim, a situação conjuntural nos países capitalistas era crítica; a Europa e as Américas enfrentavam um alto índice de desemprego. Por fim, ocorre a Quebra da Bolsa de Nova York.
A revolução keynesiana deu nova vida às ciências econômicas e trouxe a economia de volta à realidade.


Bases da doutrina keynesiana

1.     Estado deveria participar da vida econômica;
2.     Estado deveria controlar e aplicar instrumentos de políticas econômicas;
3.     Estado deveria agir nas questões monetárias, fiscais e tributárias;
4.     O intervencionismo não deveria ser de dirigismo total, ao estilo soviético;
5.     O nível de produção nacional é determinado pela demanda agregada.


Em síntese, não se vê nenhuma razão evidente que justifique um socialismo de Estado envolvendo a maior parte da vida econômica. Não é a propriedade dos meios de produção que convêm  o Estado assumir. Se este for capaz de determinar o montante global dos recursos destinados a aumentar os meios de produção e a taxa básica de remuneração terá realizado tudo que lhe corresponde.
Consumo, Poupança e Investimentos constituem a trilogia keynesiana:
R: C + P + I
onde
R: Renda;
C: Consumo;
P: Poupança;
e
I: Investimentos.

A teoria keynesiana inverte o sentido da lei de say (a oferta cria a sua própria procura) ao destacar o papel da demanda agregada de bens e serviços sobre o nível de emprego.

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