A LINGUAGEM E A LÍNGUA



Na sociedade em que vivemos a linguagem perpassa cada uma de nossas atividades individuais e coletivas, verbais e não verbais. As línguas se cruzam, se complementam e se modificam incessantemente, acompanhando o movimento de transformação do ser humano e suas formas de organização social.
A língua é, portanto como afirma Saussure um "sistema de signos", ou seja, um conjunto de unidades que estão organizadas, formando um todo. O signo como associação entre significantes (imagem acústica) e significado (conceito).
A linguagem verbal é por sua natureza comunicativa, faz com as pessoas se entendam e possam construir referenciais comuns entre si. Conjunto dos sons emitidos quando se fala tem uma ordem, uma gramática da língua. A língua, como vimos, é a linguagem que utiliza a palavra como sinal de comunicação.

O caráter social da língua é facilmente percebido quando levamos em conta que ela existe antes mesmo de nós nascermos. Cada um de nós já encontra a língua formada e em funcionamento, pronta para ser usada. E, mesmo quando a pessoa deixa de existir, a língua, subsistirá independentemente de nós. A língua pertence a todos os membros de uma comunidade; por isso faz parte do patrimônio social e cultural de cada coletividade.
Linguagem é um conjunto de sinais de que o homem se serve para comunicar-se. A comunicação humana é realizada de várias maneiras, por meios de apelos visuais, auditivos, linguagem corporal e principalmente pela linguagem verbal.
A linguagem não é só um sistema um instrumento utilizado para a comunicação ou veiculação de informações, mas principalmente, uma forma de mostrarmos socialmente aquilo que pensamos que somos o que entendemos do mundo, o que gostaríamos que os outros enxergassem em nós.
Baseado em um dos estudos de Saussure sobre a linguagem, destaca-se a relação intrínseca língua e fala. Na definição do linguista genebrino, língua "é a parte social da linguagem que, em forma de sistema, engloba todas as possibilidades de sons existentes em uma comunidade". Passado desse principio, a língua se caracteriza como ato exterior ao individuo que, não pode criá-la nem modificá-la. De acordo com os linguistas, a língua evolui de geração em geração.
A língua é uma construção de determinada sociedade e, portanto, um conjunto de escolhas que representam os valores, os modos de se ver, sentir e ser dos grupos sociais. O conjunto de regras de uma língua é estudada pela gramática.
A língua é exterior aos indivíduos, e por isso, este não podem criá-las ou modificá-las individualmente. Ela só existe em decorrência de espécie de contato coletivo que se estabeleceu entre as pessoas e ao quais todos aderiram. A língua portuguesa, por exemplo, pertence a todos que dela se utilizam. Embora popularmente a maioria das pessoas utilize as palavras linguagem, língua e fala para designar a mesma realidade, do ponto de vista linguístico, esses termos não devem ser confundidos.
É claro que a distinção que se faz entre linguagem, língua e fala tem caráter meramente metodológico, uma vez que esses três conceitos revelam aspectos diferentes de um processo amplo, que é o da comunicação humana. Isso, provavelmente, explique a razão por que a maioria das pessoas emprega essas três palavras para designar uma mesma realidade.
Linguagem é todo sistema de sinais convencionais que nos permite realizar atos de comunicação. Ao nosso redor podem-se observar vários tipos de linguagens, tais como, a linguagem dos surdos-mudos, dos sinais de trânsito, a linguagem que usamos, etc.
Além da linguagem verbal, cuja unidade básica é a palavra (escrita, falada), existe linguagens não-verbais que são aquelas que utilizamos para atos de comunicação outros sinais que não palavras, como a música, a dança, etc. Mais recentemente com o aparecimento da informática, surgiu também a linguagem digital, que permite armazenar e transmitir informações em meios eletrônicos.
Portanto a língua é um aspecto da linguagem. Trata-se de um sistema de natureza gramatical. Pertence a um grupo de indivíduos, formado por um conjunto de sinais (palavras) e por um conjunto de regras e combinações desta. É uma instituição social de caráter abstrato, exterior aos indivíduos que a utilizam, que somente concretiza através da fala e que é também um ato individual de vontade e inteligência.
No entanto, se compreendermos a língua como fruto de um processo de construção histórica e social, concluiremos que ela está em constante transformação; sem cristaliza-se em formas eternas, ela muda. Porque o ser humano é assim, mutante e criativo. As necessidades humanas se alteram, e com elas a língua que as representa e cria referenciais históricos.

Funções da Linguagem

As funções da linguagem são recursos necessários para se estabelecer uma comunicação eficiente. Para entendermos com clareza as funções da linguagem, é bom primeiramente conhecermos as   da comunicação, pois ao contrário do que muitos pensam, a comunicação não acontece somente quando falamos, estabelecemos um diálogo ou redigimos um texto, ela se faz presente em todos (ou quase todos) os momentos. Comunicamo-nos com nossos colegas de trabalho, com o livro que lemos, com a revista, com os documentos que manuseamos, através de nossos gestos, ações, até mesmo através de um beijo de “boa-noite”.
No ato de comunicação, percebemos a existência de alguns elementos, são eles:

a) emissor: é aquele que envia a mensagem (pode ser uma única pessoa ou um grupo de pessoas).
b) mensagem: é o conteúdo (assunto) das informações que ora são transmitidas.

c) receptor: é aquele a quem a mensagem é endereçada (um indivíduo ou um grupo), também conhecido como destinatário.
d) canal de comunicação: é o meio pelo qual a mensagem é transmitida.

e) código: é o conjunto de signos e de regras de combinação desses signos utilizado para elaborar a mensagem: o emissor codifica aquilo que o receptor irá decodificar.
f) contexto: é o objeto ou a situação a que a mensagem se refere.

Partindo desses seis elementos, Roman Jakobson, linguista russo, elaborou estudos acerca das funções da linguagem,  os quais são muito úteis para a análise e produção de textos. As seis funções são:

Função referencial: referente é o objeto ou situação de que a mensagem trata. A função referencial privilegia justamente o referente da mensagem, buscando transmitir informações objetivas sobre ele. Essa função predomina nos textos de caráter científico e é privilegiado nos textos jornalísticos, transmite uma informação objetiva, expõe dados da realidade de modo objetivo, não faz comentários, nem avaliação. Geralmente, o texto apresenta-se na terceira pessoa do singular ou plural, pois transmite impessoalidade. A linguagem é denotativa, ou seja, não há possibilidades de outra interpretação além da que está exposta. Em alguns textos é mais predominante essa função, como: científicos, jornalísticos, técnicos, didáticos ou em correspondências comerciais.

Por exemplo: “Bancos terão novas regras para acesso de deficientes”. O Popular, 16 out. 2008.


Função emotiva: através dessa função, o emissor imprime no texto as marcas de sua atitude pessoal: emoções, avaliações, opiniões. O leitor sente no texto a presença do emissor. O objetivo do emissor é transmitir suas emoções e anseios. A realidade é transmitida sob o ponto de vista do emissor, a mensagem é subjetiva e centrada no emitente e, portanto, apresenta-se na primeira pessoa. A pontuação (ponto de exclamação, interrogação e reticências) é uma característica da função emotiva, pois transmite a subjetividade da mensagem e reforça a entonação emotiva. Essa função é comum em poemas ou narrativas de teor dramático ou romântico.

Por exemplo: “Porém meus olhos não perguntam nada./ O homem atrás do bigode é sério, simples e forte./Quase não conversa./Tem poucos, raros amigos/o homem atrás dos óculos e do bigode.” (Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)


Função conativa: essa função procura organizar o texto de forma que se imponha sobre o receptor da mensagem, persuadindo-o, seduzindo-o. Nas mensagens em que predomina essa função, busca-se envolver o leitor com o conteúdo transmitido, levando-o a adotar este ou aquele comportamento. O objetivo é de influenciar, convencer o receptor de alguma coisa por meio de uma ordem (uso de vocativos), sugestão, convite ou apelo (daí o nome da função). Os verbos costumam estar no imperativo (Compre! Faça!) ou conjugados na 2ª ou 3ª pessoa (Você não pode perder! Ele vai melhorar seu desempenho!). Esse tipo de função é muito comum em textos publicitários, em discursos políticos ou de autoridade.

Por exemplo: Não perca a chance de ir ao cinema pagando menos!


Função fática: a palavra fático significa “ruído, rumor”. Foi utilizada inicialmente para designar certas formas usadas para chamar a atenção (ruídos como psiu, ahn, ei). Essa função ocorre quando a mensagem se orienta sobre o canal de comunicação ou contato, buscando verificar e fortalecer sua eficiência. O objetivo dessa função é estabelecer uma relação com o emissor, um contato para verificar se a mensagem está sendo transmitida ou para dilatar a conversa.
Quando estamos em um diálogo, por exemplo, e dizemos ao nosso receptor “Está entendendo?”, estamos utilizando este tipo de função ou quando atendemos o celular e dizemos “Oi” ou “Alô”.

Função metalinguística: quando a linguagem se volta sobre si mesma, transformando-se em seu próprio referente, ocorre a função metalinguística. Essa função refere-se à metalinguagem, que é quando o emissor explica um código usando o próprio código. Quando um poema fala da própria ação de se fazer um poema, por exemplo. Veja:

“Pegue um jornal
Pegue a tesoura.
Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
Recorte o artigo.”

Este trecho da poesia, intitulada “Para fazer um poema dadaísta” utiliza o código (poema) para explicar o próprio ato de fazer um poema

Função poética: quando a mensagem é elaborada de forma inovadora e imprevista, utilizando combinações sonoras ou rítmicas, jogos de imagem ou de ideias, temos a manifestação da função poética da linguagem. Essa função é capaz de despertar no leitor prazer estético e surpresa. É explorado na poesia e em textos publicitários. O objetivo do emissor é expressar seus sentimentos através de textos que podem ser enfatizados por meio das formas das palavras, da sonoridade, do ritmo, além de elaborar novas possibilidades de combinações dos signos linguísticos. É presente em textos literários, publicitários e em letras de música

Essas funções não são exploradas isoladamente; de modo geral, ocorre a superposição de várias delas. Há, no entanto, aquela que se sobressai, assim podemos identificar a finalidade principal do texto.

Níveis de Linguagem

A língua é um código de que se serve o homem para elaborar mensagens, para se comunicar. Existem basicamente duas modalidades de língua, ou seja, duas línguas funcionais:

1) a língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua-padrão, que compreende a língua literária, tem por base a norma culta, forma linguística utilizada pelo segmento mais culto e influente de uma sociedade. Constitui, em suma, a língua utilizada pelos veículos de comunicação de massa (emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, painéis, anúncios, etc.), cuja função é a de serem aliados da escola, prestando serviço à sociedade, colaborando na educação, e não justamente o contrário;
2) a língua funcional de modalidade popular; língua popular ou língua cotidiana, que apresenta gradações as mais diversas, tem o seu limite na gíria e no calão.

Em síntese, a linguagem  deve estar de acordo com o contexto em que o emissor da mensagem e o destinatário se encontram. Claro, porque você não conversa com o vizinho da mesma forma que conversa com o professor ou conversa com o representante de sala da mesma forma que conversa com o diretor ou com este do mesmo jeito que com os pais.  Então, para cada situação linguística, há uma linguagem adequada.

Linguagem Oral e Linguagem Escrita

As modalidades orais e escritas não são só um instrumento utilizado para a comunicação ou veiculação de informações, mas principalmente como uma forma de mostrar socialmente aquilo que gostaríamos que os outros enxergassem uns aos outros, e ao mesmo tempo como vemos o outro de acordo com a nossa perspectiva de mundo, aquela que apresentamos ao longo da vida, onde a relação pensamento e linguagem são muitas próximas, ou seja, estão entrelaçadas e ambas caminham juntas apesar de apresentarem diferenças na produção e representação, a fala e a escrita são antes de tudo, sistemas comunicativos que expressam a língua nas praticas sociais.
Atualmente já se houve falar com frequência que a linguagem escrita e a linguagem oral são duas modalidades de expressão verbal. Refletir sobre as relações e especificidades da fala e da escrita nos permite entender um pouco também sobre a gramática.
A fala procede à escrita, no entanto, numa sociedade letrada, as duas modalidades convivem e se entrelaçam, há também sociedades que não utilizam registro escrito, mas a fala é comum a todos os povos.
A fala é a modalidade mais utilizada em situações cotidianas e informais e a escrita é o registro permanente das ideias sociais.
A fala e a escrita se apoiam em sons e letras articulados em sistemas de representação simbólica, isto é o homem construiu ferramenta para estabelecer relações sociais, principalmente as comunicativas e as transformou em práticas sociais.
Essas práticas fazem parte da cultura, do modo de pensar, sentir, agir, julgar, ver e lógico falar e escrever.
De acordo com alguns autores renomados como Fávero, Akinnaso, Chafe, Rojo e Halliday, as modalidades escritas e orais, vão de um nível mais informal aos mais formais, passando por graus intermediários demonstradas com a produção de textos, onde tais condições estão em estreita relação com o contexto, com as condições de interação, com os interlocutores e com o tipo de processamento da informação.
Akinnaso (1982) afirma que fala e escrita apresentam formas superficiais diferentes e igual estrutura semântica subjacentes: utilizam o mesmo sistema léxico-semântico e variam, em particular, na escolha e distribuição de padrões sintáticos e de vocabulário, de acordo com a produção do texto, admitindo que os textos possam apresentar-se de várias formas, ou seja, ora se aproxima da fala como, por exemplo: os bilhetes domésticos, os bilhetes dos casais, cartas familiares e textos de humor, ora se aproximando do pólo da escrita, por exemplo: os discursos de posse de cargo, as conferências, as entrevistas especializadas e propostas de produtos de alta tecnologia por vendedores especialmente treinados.
Conforme observa-se a oralidade e a escrita constituem duas possibilidades de uso da língua que utilizam o mesmo sistema linguístico e que apesar de possuírem características próprias, não devem ser vistas de forma dicotômica, ou seja, escrita tem sido vista como de estrutura complexa, formal e abstrata, enquanto a fala, de estrutura simples ou desestruturada, informal, concreta e dependente do contexto..
Alguns fatores são responsáveis pelas diferenças entre linguagem oral e linguagem escrita: o contexto, a intenção do falante ou do escritor e o tópico do que se diz ou escreve.
Focalizando o modo de os falantes e escritores selecionarem as palavras ou estruturas para expressarem suas ideias, observou que a escolha dos falantes é rápida, enquanto a dos escritores é lenta, por terem mais tempo para reproduzi-la e revisá-la. Com isso, a linguagem escrita tende a ter um vocabulário mais variado e de conveniência do usuário.
A escolha lexical também proporciona ao usuário a exibição de um estilo próprio e o controle do grau de formalismo e coloquialismo de suas produções discursivas. Do vocabulário, um conferencista seleciona palavras e expressões que possam conferir ao seu texto um caráter mais ou menos formal, como o faz um escritor de uma carta, para dar ao seu texto um caráter mais ou menos coloquial. A esse respeito, a distinção entre fala e escrita não se faz com precisão, uma vez que as restrições operativas não se associam propriamente ao fator velocidade do processo. O grau de coloquialismo ou formalismo envolve decisões estilísticas e de domínio do léxico que podem transferir-se de um modo de produção para o outro com muita facilidade e propriedade.
Falar e escrever são formas diferentes de dizer e expressar significados construídos na linguagem e pela linguagem, dentro de uma situação interativa social.
Considerando as diferenças (formais, funcionais e da natureza de estímulo) entre a linguagem oral e a linguagem escrita, concluem-se serem distintas tais modalidades. Porém, embora não seja a linguagem escrita à transcrição da linguagem oral, não se pode negar a semelhança de seus produtos, que podem expressar as mesmas intenções, já que a seleção de elementos linguísticos de ambos se dá a partir de um mesmo sistema gramatical.
O que não se pode negar é que a linguagem escrita e a linguagem oral não constituem modalidades estanques; apresentam diferenças devido à condição de produção, mas o processo se dá a partir da língua, que "é um conjunto de possibilidades linguísticas, cujos usos se fazem de acordo com normas específicas a cada uma das modalidades".
A linguagem oral se caracteriza essencialmente por ser falada natureza do estímulo, mas o fato de a linguagem oral ser produzida pela boca e recebida pelos ouvidos não é e nem pode ser o elemento fundamental para se determiná-la distinta da linguagem escrita no âmbito cientifico.

Características da modalidade Oral da Língua

O primeiro contato do homem com a língua foi através da modalidade oral, sendo que mais tarde criou-se a escrita. A modalidade oral, ao contrário da escrita, é livre das regras gramaticais, é criativa e espontânea, tem seu vocabulário restrito e usa a repetição de palavras mantendo um contato direto com emissor e receptor.

O  emissor age de forma espontânea, com o uso restrito de vocabulário, pronomes e verbos fugindo das regras gramaticais tão necessários a escrita, O emissor apresenta a clareza nas respostas e ideias dentro do assunto abordado, tendo explicações objetivas e fazendo uso de palavras de fácil interpretação deixando o dialogo acessível a todos os ouvintes (receptores) e apresentando com firmeza as características da linguagem oral em todo o discurso.
A linguagem oral faz uso de fonemas; é mais abrangente (a maioria das pessoas se comunicam com a linguagem oral); te mais recursos de linguagem: a linguagem não verbal pode contar com gestos, expressões faciais, entonação da voz; é mais fácil a interação entre o receptor e o emissor com a interrupção do emissor, repetição de palavras, interrupção de frase além do uso de gírias, expressões populares e palavras de baixo calão.

Características da modalidade escrita da língua


A modalidade escrita faz uso das letras do alfabeto que formam as palavras (representação dos sons); é menos abrangente que a língua falada (menos pessoas sabem escrever); deve-se evitar a repetição de palavras; é mais formal (pode-se ter uma linguagem escrita menos ou mais formal, mas a linguagem escrita é, em geral, mais formal que a linguagem falada); não é comum o uso de gírias ou de marcadores conversacionais como “tá”, “olha”, “viu”, “ok?” e outras; não se observa a reação do interlocutor imediatamente; pode ser apagada, até que o texto dique do agrado de quem escreve; o uso da pontuação tenta substituir os mecanismos de linguagem falada como a entonação de voz; precisa existir consonância, se a narração foi iniciada no presente, por exemplo, deve-se terminar da mesma forma.


Referências Bibliográficas:

http://www.mundovestibular.com.br/articles/508/1/Dicas-Para-Escrever-Corretamente/Paacutegina1.html
http://estruturapotencial.blogspot.com.br/2009/05/caracteristicas-da-modalidade-oral-como.html
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http://www.webartigos.com/artigos/as-modalidades-orais-e-escritas/39830/
http://www.mundoeducacao.com.br/redacao/niveis-linguagem.htm
http://www.pciconcursos.com.br/aulas/portugues/niveis-de-linguagem
http://www.brasilescola.com/redacao/as-funcoes-linguagem.htm
http://www.brasilescola.com/gramatica/funcoes-linguagem.htm
http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/lingua-e-linguagem-3201224.html

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