A ESCOLA NEOCLÁSSICA



Com início em 1870 indo até as primeiras décadas do século XX, esta escola:
A.    Privilegiou os aspectos microeconômicos da teoria – não deduziram a necessidade do estudo da macroeconomia;
B.    Valorizou a teoria da firma – sua produção e melhoria;
C.    Cria na autorregulamentação do mercado e do equilíbrio.
Seus principais posicionamentos:
1.     Evolução da formulação microeconômica – produção, oferta, equilíbrio de mercado;
2.     Maximização da utilidade (satisfação) – passaram a entender que é necessário a satisfação do consumidor.
3.     Maximização do lucro (produtor-oferta).


O principal expoente dessa teoria foi Alfred Marshall, grande nome que influenciou essa época, apresentando novas teorias e questionamentos quanto ao liberalismo.
Marshall já defendia que o Estado poderia participar da vida econômica, orientando-a “sem os extremos das críticos marxistas – com os trabalhadores dirigindo a economia – e também sem os exageros dos mercantilistas – mão invisível, o governo, absoluto, dirige a economia”.
Subentende-se que, mesmo no governo socialista, o papel do governo é o de orientar a economia.
As principais teorias dessa escola foram:
1.     Teoria Marginalista: fundamentada nos alicerces da análise da demanda (subjetiva), e o grau de satisfação que a utilidade traz ao consumidor (na margem).
2.     Teoria do valor utilidade: os preços dos bens e serviços são construídos a partir da demanda e da utilidade que os mesmos têm.
3.      Teoria Quantitativa da Moeda: “Deve haver uma correspondência entre o volume de moeda circulando na economia e o volume de bens e serviços transacionados” (vide situação feudal)

Os críticos: O sistema liberal (capitalismo puro) gerou críticas e críticos, sendo o mais influente filósofo e economista alemão Karl Marx que:
·         Critica duramente o capitalismo;
·         Defendeu e criou o sistema socialista;
·         Desenvolveu a obra O Capital;
·         Criou a teoria da mais valia: Marx entendia que com a queda do sistema feudal, aparece uma nova classe social, denominada Burguesia, a qual se apropria dos meios e fatores de produção. A outra classe, o Proletariado, dada a sua impossibilidade de produzir o mínimo necessário para sobreviver, é obrigada a vender a sua Força de Trabalho.

A mais valia “é a diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador, que seria a base da exploração capitalista”.
Para Marx, o que gera lucro é o trabalho e não o capital – o capital não gera riqueza.
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